O ARTISTA

Kako Xavier é um artista gaúcho, dedica sua carreira para propor um novo olhar sobre a Etnia Negra Brasileira, com ações mais positivas e menos estigmatizadas. Contribuindo na recuperação da história dos tambores, fortalece a presença negra na cultura do Rio Grande do Sul.

O artista tem 05 CDs e um DVD gravados. Em 2021, está comemorando 28 anos de carreira com a gravação do seu novo álbum  “A Raiz dos Tambores”. Prepara também para o próximo verão, o álbum “Tamboridades” com o Projeto Tamborada, em comemoração aos 11 anos do Projeto. 

O artista acredita que o caminho para o futuro deste conteúdo é o ambiente da educação, assim leva este saber  para as escolas da rede pública do Estado. Com seu trabalho de pesquisa, se apresentou com o grupo Alabê Oni, por todos os Estados da Federação, no projeto Sonora Brasil/SESC DN.

Kako Xavier é um artista inquieto, é também produtor cultural e idealizou os projetos: 
Tamborada, A Casa do Tambor, Rio Grande Negro do Sul, A Turma do Tamborito e recentemente, o elogiado Salve Arte Festival.

DESTAQUES E CONQUISTAS

1º show Afro na história do Planeta Atlântida, 
Vencedor do Projeto Pixinguinha – Funarte/MinC, 
Representante da etnia negra na Ópera Gaúcha – Expointer, 
Acorde Regional Brasileiro, 
Apresentação com artistas latino-americanos no MTV Tordesilhas,

Participação no Caminhos do Prata, Montevidéu/UY

Destaque no Sons de Verão de Imbé/RS,

Show no Porto Alegre em Buenos Aires/ARG. 

É um dos artistas mais premiados nos festivais de música regional do RS.

Recebeu da Câmara dos Vereadores de Pelotas, a medalha “honra ao mérito Mestre Batista”.

Recebeu em show, das mãos da Prefeita de Pelotas, o decreto que Pelotas se auto declara a “Cidade do Tambor de Sopapo”, em 2018. 

Recentemente, em 2021, foi contemplado com o Prêmio Trajetórias, da SedaC/RS. 

Kako Xavier se orgulha de inserir os ritmos negros na cultura regional do RS. Criou o Tambor Praieiro, da Praia do Laranjal, identificando a cultural do litoral sul na direção do litoral norte do RS, com os Quiqumbís e Maçambiques. Tem contribuído na recuperação e reconhecimento do Tambor de Sopapo, tombado em  2021 como Patrimônio Imaterial da Cidade de Pelotas/RS.

Chegou o momento do artista expandir este conteúdo para os Estados de Santa Catarina e Paraná, através de oficinas, rodas de conversas, pesquisas coletivas (intercâmbios) e apresentações artísticas, dando visibilidade para a Etnia Negra no Sul do Brasil.